De Freud a Olavo Bilac
Intelectuais e cientistas do século 19 e início do 20 falavam abertamente das suas experimentações com substâncias. O mundo encaretou? Um novo livro mergulha na relação de intelectuais com seus “veneninhos” favoritos
Intelectuais e cientistas do século 19 e início do 20 falavam abertamente das suas experimentações com substâncias. O mundo encaretou? Um novo livro mergulha na relação de intelectuais com seus “veneninhos” favoritos
A ciência tem indicado que pacientes com TEA (Transtorno do Espectro Autista) se beneficiam do uso medicinal, com melhorias na sociabilidade e amenização de sintomas como irritabilidade. Contamos o que se sabe sobre essa descoberta
Livro do historiador Saulo Carneiro nos leva de volta a uma situação muito parecida com a de hoje: o medicinal era bem-visto (e elitizado); o uso social e ritualístico, porém, servia de desculpa para perseguir pobres e pretos. Isso no século XIX e até metade do XX, quando a erva era vendida em farmácias brasileiras
Os EUA aceleraram a pesquisa com psicodélicos, destacando a ibogaína. Ouvimos nossas maiores referências em ibogaína para entender os potenciais e os perigos dessa substância que caiu na boca do presidente estadunidense
Renato Filev, da Plataforma Brasileira de Política de Drogas, escreve sobre como o cenário alemão pode ser exemplar (para o positivo e para o negativo)
A mesma planta que abre o apetite de quem não consegue comer pode reduzir a compulsão de quem não consegue parar
Houve um crescimento de cerca de 80% no consumo, puxado pela cannabis. Nossa reportagem te explica por quê e como lidar com esse cenário (o que passa por regularização, legalização e fiscalização)
Entre dados enviesados e manchetes preguiçosas, entender o que está por trás dos estudos virou parte da sua responsabilidade
Cannabis e psicodélicos agem diferente no corpo feminino e, embora os hormônios expliquem parte disso, a ciência está atrasada para explicar por quê
Os EUA de Trump têm ameaçado assim chamar PCC e CV, como fez com organizações de países como México, Venezuela e El Salvador. Refletimos sobre as reais intenções por trás da artimanha e dos perigos para o Brasil