Reportagens
Redução de Danos

Tem dúvidas de como usar de forma responsável?

Nós da Breeza respondemos às perguntas em nossa coluna (Cons)Ciência, do Guia da Boa Breeza, na qual ouvimos dezenas de especialistas para entender as melhores práticas de Redução de Danos. O que você quer saber?

Há motivos diferentes para usar, seja medicinal, industrial, religioso ou social (conhecido ainda como adulto, ou recreativo). Isso vale quando pensamos em qualquer tipo de droga, lícita ou ilícita – algumas substâncias, como a cannabis, podem até servir a todos esses propósitos.

“Quase todos usam algum tipo de droga, de café e chá a álcool, tabaco, psicodélicos etc. A questão que nos confronta não é ‘É errado usar drogas?’, mas sim como nós podemos permitir que o consumidor aproveite os benefícios enquanto o protegemos de seus malefícios”, argumenta o historiador norte-americano David Herzberg, especializado na área farmacêutica e autor de livros sobre o tema, em entrevista para o nosso Guia da Boa Breeza.

Na nossa Boa Breeza, respondemos a questões centrais relacionadas a abordagens de Redução de Danos, em campos como saúde, políticas públicas, tecnologias, bem-estar e mais. Caso tenha dúvidas sobre o tema, de como usar com responsabilidade, queremos te convidar a enviar a sua pergunta em DM no Instagram da Breeza, em comentário em nosso podcast Saindo da Estufa ou enviando uma mensagem pelo LinkedIn da Breeza.

É princípio da Redução de Danos “aceitar, para melhor ou para pior, que o uso de drogas lícitas e ilícitas faz parte de nosso mundo e escolher trabalhar para minimizar os efeitos danosos, ao invés de simplesmente ignorar e condenar“. Adotar estratégias que visem o uso consciente passa por se informar sobre o quê e como se está usando, assim como os propósitos desse uso. É aí que entra nossa Boa Breeza e a coluna (Cons)Ciência.

“É fundamental o consumidor saber o que está consumindo”, nos disse Bruno Ramos, doutor em saúde pública, ao responder a pergunta “Quais são os maiores riscos de usar algo sem saber a procedência?“. 

“Recomendo o uso de piteiras, tanto de vidro como de papel, porque acaba esfriando um pouco a fumaça e não afeta tanto a garganta”, sugeriu a psicóloga Maria Angélica Comis, da Rede Brasileira de Redução de Danos e Direitos Humanos (Reduc), diante da questão “Tem diferença entre fumar, vaporizar, comer…?“.

“É quando a pessoa não consegue mais manter o uso em uma certa quantidade. Por exemplo, saio para beber só uma cerveja, mas não consigo parar em apenas uma. Termino bebendo seis ou sete, passo mal e aquilo faz com que eu perca compromissos familiares e de trabalho”, respondeu o psiquiatra Dartiu Xavier, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), quando perguntado sobre quais são os nossos limites.

A próxima pergunta a ser respondida é “Como saber se meu uso é medicinal?”. Para explicar, ouvimos especialistas como o psiquiatra Wilson Gonzaga, que nos disse que o que caracteriza o fim medicinal de substâncias é “a finalidade da cura, do tratamento e ser sob orientação”.

No site da Boa Breeza, já ouvimos mais de vinte cientistas, profissionais da saúde e outros especialistas, incluindo aí treze médicos, psicólogos e farmacêuticos, para responder a oito questões sobre uso responsável, informado e consciente. Tem uma pergunta? Nos envie no Instagram, no Spotify ou no LinkedIn. Continuamos a responder lá na coluna (Cons)Ciência.

➡️ O Guia da Boa Breeza é uma campanha editorial da Breeza com o apoio institucional da Philip Morris Brasil.